domingo, 8 de julho de 2012

A ÉTICA JORNALÍSTICA NA RÁDIO DA ESCOLA



                                                      

  Esse assunto tem o intuito de dar suporte aos diversos grupos de jovens que são contemplados com o projeto rádio na escola. É um trabalho que aborda um conteúdo eminentemente didático porque a lei que rege a educação no Brasil, a LDB - Lei de Diretrizes e Bases propõe o estudo da ética no conjunto de temas transversais. Mas é importante afirmar que conceitos diversos sobre esse tão importante tema,  facilita para uma breve compreensão.  O Frei Leonardo Boff define ética como sendo tudo aquilo que ajuda o ambiente para que seja uma moradia saudável. E uma definição universal diz que ética é um modo de controle interno da ação humana. Obviamente que na literal interpretação desses conceitos, somos levados a decodificar que ética é o  inverso de desavenças, turbulências, brigas... e que,  o indivíduo que se apropria dessas qualidades negativas, desconhece a verdadeira essência da  mesma. Na rádio da escola que pouco se diferencia de uma rádio convencional, em virtude de operar como circuito fechado,  é importante atentar para que a equipe que compõe a emissora seja amparada por informações  privilegiadas sobre ética a fim de promover a formalidade e conhecimentos profissionais além do desenvolvimento das  competências. O aluno engajado no projeto deve se sentir com condições de oferecer o melhor de si, tanto no lado lúdico como no formal para que a emissora consiga ser um elo de carisma, amizade e prazer entre os ouvintes. Todos têm conhecimento de que a função do rádio é de entreter e informar, juntando o útil ao agradável, porém não podemos vislumbrar um meio de comunicação milenar e histórico sendo recheado de conteúdos irresponsáveis e prejudicias à moral e à decência, notadamente uma rádio que tem como alvo uma comunidade escolar, por isso é importante mantermos muita ponderação na instrução desses futuros comunicadores que não serão apenas reprodutores de conteúdos musicais e sim pessoas que serão dignas de apreço e estima por uma sociedade que deposita toda credibilidade e respeito na desenvoltura  da sua missão. 


domingo, 24 de junho de 2012

Quando eu vir e não quando eu ver

O uso da expressão "quando" antecedendo a forma verbal,  indica que o verbo está sendo conjugado no futuro do subjuntivo e há uma bizarra diferença entre as duas formas. O verbo ver tem o significado de enxergar e o verbo vir significa chegar. Portanto não existe a expressão quando eu ver. O correto é dizer quando eu vir, quando tu vires, quando ele vir, quando nós virmos, quando vós virdes, quando eles virem. Já o futuro do subjuntivo do verbo vir é quando eu vier, quando tu vieres, quando ele vier, quando nós viermos, quando vós vierdes, quando eles vierem. Por exemplo, o correto é dizer quando eu vir Maria, darei o recado. Eu não, quando eu ver Maria...

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A vírgula (Professor Valério Pereira)

Assunto publicado na coluna Gramática do Jornal Tribuna do Ceará no dia 20 de janeiro de 1999.
O pequeno sinal, chamado "vírgula", pode parecer coisa insignificante, e muitos descuidam dele.
Sua presença, no entanto, modifica o sentido.
Veja a diferença: Um membro da Academia Francesa foi mordido por um cachorro. A família toda ficou muito assustada. Puseram imediatamente o animal sob rigorosa vigilância e a vítima embarcou para o Instituto Pasteur, em Paris.
Ai aguardam com visível ansiedade, notícias do cão. À chegada do telegrama, todos empalidecem:
"Cachorro come nada, louco"
Não havia remédio. A raiva canina é muito transmissível e perigosíssima. O ilustre paciente tinha de se submeter aos duros tratamentos anti-rábicos.
Quando já sofria as desagradáveis reações das vacinas, chega um outro telegrama, retificando o primeiro.
"Desculpe erro vírgula. Cachorro come, nada louco".
Eis os diversos casos em que se usa a vírgula:
No caso de enumeração. Exemplo: E nunca uma lágrima, uma reclamação, uma queixa, uma palavra de amargura, um olhar de impaciência. Que homem admirável!
Porém, se o último elemento vier precedido de e, não precisa de vírgula. Ex: Gosto de flores, de pássaros, de crianças e de cores. No caso de aposto - deve ser separado por vírgula. Ex: D. Pedro I, o Imperador do Brasil, abdicou. Em vocativo que inicia oração, é seguido de vírgula. "Maria, onde estão minhas chaves

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A VOLTA DE OSPB E EMC

Parabéns à Deputada Dra. Silvana que, em defesa da cidadania e dos valores éticos, cria um feliz projeto que visa reestruturar e implantar as disciplinas de OSPB e EMC nos Ensinos Fundamental e Médio. Diante desse contexto de descrédito no sistema educacional e a nítida desvalorização da escola, a parlamentar traz à tona uma brilhante iniciativa que mobiliza toda a sociedade. É importante salientar que para a intensificação dessas matérias faz-se necessária uma profunda inovação nos conteúdos dando ênfase a temas paralelos que já foram implantados, porém não surtiram efeitos. Tais como: A educação no trânsito, a importância do voto e a insistente conscientização da população menos privilegiada no respeito à coleta sistemática do lixo.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Rapidinha

Em um assalto não deixa de prevalecer o fator surpresa.E, por mais que a vítima seja apta à resistência, o susto é inevitável, provocando uma evidente e súbita neutralidade.Qualquer reação precipitada poderá ser fatal. Segundo os especialistas em segurança pública a atitude sensata a fim de evitar grandes constrangimentos em qualquer abordagem suspeita é a prevenção. Infelizmente não se pode mais confiar em crianças (crianças, sim!) mulheres e adultos estranhos que cruzem o nosso caminho. Esse comentário é como se fosse a descoberta do óbvio, porém é bom ficar de olhos bem abertos

Boletim de rádio

O Governo Federal está avançando na luta contra o crack. Uma das estratégias de tratamento dos usuários é a ampliação do número de CAPSad nos estados e municípios. Hoje, a Rede de Assistência do SUS conta com 1.700 unidades em todo o país e até 2014 serão mais 175.

Para essa informação alcançar um número significativo de pessoas, o Ministério da Saúde disponibiliza áudio, em MP3, com as principais informações sobre o Plano Integrado de Enfrentamento ao uso de Crack e outras Drogas. Sua participação como multiplicador é essencial. Solicitamos que ouça e veicule gratuitamente em sua rádio o flash: clique e baixe o áudio.